Programação
OFICINAS CANTADAS

Dia 22 de novembro - quinta-Feira
Paulo Padilha
Coretinho
16 Horas
Foto:Edu Marin Kessedjan

PAULO PADILHA - SAMBA DESLOCADO DESCOLADO SAMBA

“samba ensopado, samba assado, samba frito, são bento, são benedito, são batista também samba sincopado, sem culpado, sem pecado, sambado, samba embolado, bem bolado, vem que tem...”
(Paulo Padilha)

O SHOW

Uma conversa entre três pandeiros, que se desafiam alternadamente, deságua na apresentação da primeira canção, um convite sussurrado em forma de Samba Rap:
“cola aí pra ouvir o meu samba descolado...”
que dá lugar à perplexidade irônica do quase partido alto “Bagunça”:
“Se até o crime tá organizado, por que é que a minha vida tá uma bagunça?”
Palavras e imagens que dialogam com as canções e suas referências, se utilizando da poesia  crua dos versos.
“Love”, “Dia Santo Também” e “Samba Estranho” completam o primeiro bloco.
Num clima mais intimista, são apresentadas as canções “Só Deus Sabe o Que Ela Quer”,
“Samba de São Pedro” e “Preconceito”(Wilson Batista e Marino Pinto).
A banda volta para fazer “Cabeça”, “O Cobrador”, “Juçara” e terminar em clima de samba de roda, com a platéia participando em “Fofoca de Maria”.
O show apresenta basicamente o repertório do CD, mas o bis trará surpresas que remetem ao universo de referências, como canções dos Novos Baianos, Zé Kéti, Bezerra da Silva ou Jackson do Pandeiro.
A formação instrumental traz dois percussionistas do samba:Ricardo Valverde, da tradição do choro,  Samba Sam, ligado às raízes do candomblé. .
A eles são somados as cordas de Paulo Padilha e Léo Caribé, que se alternam com
violões (aço, nylon), baixo, cavaco e bandolim.
Todos os músicos acompanhantes participam dos vocais, num clima que lembra uma roda de samba, do ponto de vista de timbres e atmosfera, mas traz elementos de outras linguagens, como o Funk/Soul, o Pop e a MPB.

O CD

Uma roda imaginária que reúne Bezerra da Silva e Novos Baianos ,Jorge Benjor e Dna Ivone Lara, Lupicínio Rodrigues e Stevie Wonder, Adoniran Barbosa e Itamar Assumpção, Paulinho da Viola e João Donato, Noel Rosa e até Pedro Almodóvar. A partir dela, o compositor Paulo Padilha, cronista urbano e moderno, cria seu samba: autoral, predominantemente acústico, dialogando com a mpb e a música pop, na busca de novas matizes para este grande patrimônio da Cultura Brasileira, que nos brinda e surpreende com tradição, modernidade, poesia, crônica, intuição, refinamento e simplicidade.

 

“Paulo Padilha é a revelação da MPB nos últimos cinco anos”
Rodrigo Faour, autor de “História Sexual da MPB”- Jornal do Brasil – RJ - 02/05/07

“Ao mesmo tempo popular e sofisticado, para ser descoberto e apreciado por muitos”
Beto Feitosa- www.ziriguidum.com.br

Histórico: http://www.uol.com.br/paulopadilha   
CD e Trechos do Show
http://www.myspace.com/sambadeslocado


Foto:Edu Marin Kessedjan

 

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